Aprovada para o Ministério Público do Estado do Pará, Karoline Bezerra Maia se tornou a primeira mulher quilombola do Brasil a alcançar o cargo de promotora de Justiça. Ela é natural da comunidade de Jutaí, em Monção, no Maranhão.
Karoline ingressou na Universidade Federal do Maranhão (UFMA) em 2008, pelas cotas raciais. Uma de seis irmãs e filha de pais sem acesso à educação formal, foi a primeira da família a concluir o ensino superior. Após a graduação, dedicou oito anos à preparação para concursos.
A promotora pretende trabalhar pela ampliação do acesso à Justiça e pela defesa dos direitos de comunidades quilombolas, povos indígenas e outras populações tradicionais.
Foto: reprodução/abpn.org.br
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